Escrito por Gabriel Ottaviano
Em algum momento você já pensou: “Quero mudar, mas não consigo?”. Hoje você descobrirá porque e como ser bem sucedido da próxima vez!
Os seres humanos são condicionados por duas forças, dor e prazer. Tudo que fazemos é para conseguir prazer ou evitar a dor. São os dois estímulos que modam a maneira como agimos.
Estamos programados culturalmente para acreditar que não é possível mudar as coisas de uma hora para outra. Mas toda mudança ocorre, justamente, de uma hora para outra. Primeiramente você precisa decidir: “eu quero mudar!”
Se um trauma pode ocorrer por uma situação que durou poucos segundos ou uma mera frase infeliz dita por alguém em um momento de , por que não podemos nos recuperar disso rapidamente? Somos obrigados a carregar este peso o resto da vida? Como se fosse um custo irrecuperável.

Para saber mais sobre MUDANÇA e COMO MUDAR, leia isto!
Um líder pode orientar. Um mestre pode dar o caminho das pedras. Uma professora pode ensinar “como” ou “o que” fazer. Um personal trainer pode passar um plano de exercícios adequado para os seus objetivos. Mas, ao fim das contas, É VOCÊ QUEM PRECISA PUXAR O PESO!

Antes de mais nada, para mudar qualquer coisa, primeiro temos de mudar como NOS SENTIMOS em relação a isso. Mudando as sensações que vinculamos a uma experiência, mudamos os caminhos neurais relacionados àquela experiência.
Através da mudança nas sensações, podemos usar o poder da poderosíssima máquina que é o cérebro humano a nosso favor. É por isso que sempre te dizem para “pensar positivo” e outras platitudes do tipo.
Entenda como usar o poder do cérebro a seu favor AQUI
Obviamente, não basta apenas pensar “quero mudar algo na minha vida” e achar que isso vai resolver seus problemas. Mas, se você focar na busca de uma solução para aquele problema, passará a enxergar novos caminhos e soluções. Ou, talvez, perceba que o “problema” não era tão grande assim e passe a se importar menos com ele (o que já seria uma vitória em si).
Quanto mais você fizer o exercício de buscar soluções e agir para concretizá-las, mais fortalecerá os caminhos neurais ligados a isso.
Com repetições e intensidade emocional suficientes, podemos tornar as conexões cada vez mais fortes, facilitando com o que tornemos os comportamentos desejados sistemáticos. Fortalecendo as neuroassociações certas, tornamos esses caminhos cada vez mais consistentes e os pensamentos e ações passam a ocorrer de forma automática.
Nos tornamos o que fazemos repetidamente.
Finalmente, podemos tanto fortalecer quando enfraquecer os caminhos cerebrais. Como um músculo que pode crescer ou atrofiar, de acordo com seu uso, essas estradas neurológicas podem se tornar mais ou menos prevalentes conforme a frequência e a quantidade e a qualidade das mémorias que associamos a elas.
“Não é suficiente ter uma boa mente; o principal é usá-la bem.” (René Descartes)